A Lei de Serviços de Comunicação Audiovisual, ou Ley de Medios, como ficou mais conhecida, é uma iniciativa do governo argentino para regular a comunicação no país.
Assim como no Brasil, a comunicação argentina está concentrada nas mãos de alguns poucos grupos midiáticos. E assim como no Brasil, a imprensa funciona atua como um partido político, sempre a serviço de interesses econômicos.
Embora esses poderosos grupos tentem gerar na população um clima de terror e insegurança, o projeto nada tem a ver com censura. Repetindo: não se trata de censura. Na verdade, censura é continuar permitindo que exista um monopólio sobre a comunicação, a serviço de interesses econômicos. Isso sim, é censura.
O projeto visa resguardar a cultura local, estabelecendo que a grade horária deve ter um mínimo de produção nacional, instaurar o controle social para debater sobre o conteúdo e principalmente, abolir o monopólio da comunicação, evitando também que seja controlada por conglomerados políticos.
Para saber mais sobre o assunto, sugerimos visita ao sítio www.direitoacomunicacao.org.br
Assim como no Brasil, a comunicação argentina está concentrada nas mãos de alguns poucos grupos midiáticos. E assim como no Brasil, a imprensa funciona atua como um partido político, sempre a serviço de interesses econômicos.
Embora esses poderosos grupos tentem gerar na população um clima de terror e insegurança, o projeto nada tem a ver com censura. Repetindo: não se trata de censura. Na verdade, censura é continuar permitindo que exista um monopólio sobre a comunicação, a serviço de interesses econômicos. Isso sim, é censura.
O projeto visa resguardar a cultura local, estabelecendo que a grade horária deve ter um mínimo de produção nacional, instaurar o controle social para debater sobre o conteúdo e principalmente, abolir o monopólio da comunicação, evitando também que seja controlada por conglomerados políticos.
Para saber mais sobre o assunto, sugerimos visita ao sítio www.direitoacomunicacao.org.br
Nenhum comentário:
Postar um comentário